Uma das grandes dificuldades encontradas na tentativa de localização de crianças desaparecidas reside no fato de que o sistema de identificação em vigor no Brasil, não exige ou prevê que os indivíduos nascidos no país possuam, desde a infância, um registro de identidade, o que só ocorre bem mais tarde, normalmente no final da adolescência, quando esses indivíduos são civilmente identificados. Não existe ainda, no Estado de São Paulo uma base de dados que nos permita armazenar, ordenar e comparar informações biológicas oriundas de famílias e crianças desaparecidas.

A proposta do Departamento de Medicina Legal, Ética Médica e Medicina Social e do Trabalho, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, através do Centro de Ciências Forense (CENCIFOR) é a elaboração de um sistema destinado a elucidação dos casos de crianças desaparecidas no Estado de São Paulo, baseado no uso de técnicas de Biologia Molecular, Genética e Informática, garantindo um Banco capaz de ser comparado com sistemas vigentes em outros países.

 
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